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A história dos dirigíveis

Um dirigível é uma aeronave mais leve do que o ar, que pode ser controlada e se sustenta através do uso de uma grande cavidade preenchida com um gás menos denso do que o ar, como o gás hélio ou hidrogênio.

Resumindo para quem não gosta de ler os detalhes:

1782 – os irmãos Montgolfier montaram o primeiro balão destinado ao vôo, era um artefato constituído por um grande invólucro de seda, o qual possuía uma abertura em sua parte inferior. Jacques Charles usou hidrogênio para encher um balão que projetou e voou a uma distância de 25 Km entre Paris e uma pequena cidade dos arredores. 

1804 – Joseph Gay-Lussac conseguiu a façanha de alcançar a altitude de 7 Km, aproveitando a oportunidade ele colheu amostras naquela altitude para fazer estudos.

início do século XX  – surgiram balões destinados ao transporte de passageiros: os grandes Zeppelins, competindo com os mais luxuosos transatlânticos, um destes balões fez a volta ao mundo em outubro de 1929.

1937 –  o Hindenburg, explodiu e provocou um incêndio de grandes proporções, o acidente pôs fim a esse curioso meio de transporte.

dias atuais – utiliza-se o gás Hélio nos balões para estudo do clima e da atmosfera, assim como para publicidade.

A historia dos dirigíveis alemães no Brasil, na década de 1930. 
Para atender os dirigíveis alemães no Rio de Janeiro, a Luftschiffbau Zeppelin recebeu um terreno de 80 mil metros quadrados, no subúrbio de Santa Cruz, no Rio de Janeiro, doados pelo Ministério da Agricultura, próximo á Baía de Sepetiba. Lá foi construído um aeroporto para dirigíveis, ao qual foi dado o nome de Bartolomeu de Gusmão, em homenagem ao pioneiro balonista brasileiro. Em 1933, os alemães vieram ao Brasil, para projetar um hangar para as aeronaves, em Santa Cruz. Tal hangar, pré-fabricado, foi construído pela Guttehoffnungshutte Aktien Geselschaft, na Alemanha, transportado por vida marítima e montado em Santa Cruz pela Companhia Construtora Nacional, durante 23 meses, empregando 5.500 operários, a partir de 1934.
O gigantesco hangar, ainda existente, tem 274 metros de comprimento, 58 metros de altura e 58 metros de largura, e é orientado no sentido norte-sul. os dirígíveis entravam pela porta sul, rebocados pela torre, que era móvel e se deslocava sobre trilhos.

Hangar de Santa Cruz, na atualidade

Um ramal de estrada de ferro chegava até o aeroporto, para conduzir os passageiros de e para o centro do Rio de Janeiro, um trecho de aproximadamente 35 Km até a Estação Dom Pedro II, atual Central do Brasil.

Em todos os sete anos de operação dos dirigíveis no Brasil, houve apenas um incidente, e nenhum acidente. O incidente ocorreu quando um dos homens que seguravam as cordas de amarração, no solo, não ouviu a ordem de “soltar a corda” e ficou pendurado, a grande altura do solo, até que a aeronave voltasse ao solo, alertada pelo pessoal em terra. Durante a descida, o homem bateu as pernas no telhado de uma construção, quebrando algumas telhas e machucando a perna, sem gravidade.O Graf Zeppelin pousado no Campo dos Afonsos

Viajar no Zeppelin era um luxo permitido para poucas pessoas. A passagem para a Alemanha era muito cara, algo equivalente a 10 mil Euros atuais (2011). O trecho doméstico entre o Rio e Recife também era caro, e poucos lugares eram disponíveis.

Planta da gôndola do Graf Zeppelim

O Graf Zeppelin oferecia grande conforto. Apenas 35 lugares eram disponíveis, e normalmente a lotação não ultrapassava 20 passageiros.

Os passageiros dispunham de cabines duplas, com beliches, sala de estar e de jantar, e até um salão para fumar, cuidadosamente isolado para não incendiar o perigoso e inflamával gás de sustentação da aeronave, o hidrogênio.

Porcelana do Graf Zeppelin, de 1928

Exceto no salão de fumar, era proibido o uso de cigarros, charutos e cachimbos em qualquer lugar do dirigível. Os passageiros eram revistados no embarque, e o porte de isqueiros e fósforos era rigorosamente proibido. Os isqueiros do salão de fumar eram presos às mesas por correntes.

Sala de estar e jantar do Graf Zeppelin

Corredor das cabines

O serviço de bordo era comparável ao da primeira classe dos melhores navios de passageiros. A aeronave era bastante estável,  devido ao seu tamanho.

Cozinha do Graf Zeppelin

Uma cozinha, cujos equipamentos operavam eletricamente, funcionava quase ininterruptamente, para fornecer a sofisticada alimentação disponível aos passageiros e tripulantes.

Sala de estar e jantar do Graf Zeppelin

A altitude de cruzeiro era de 3 mil pés, mas, quando a aeronave sobrevoava cidades ou a linha litorânea, era comum voar bem mais baixo, entre 300 e 1000 pés, para que os passageiros pudessem apreciar a paisagem.

Cabine em configuração diurna

Cabine em configuração noturna

O gigantesco Graf Zeppelin, na Alemanha

A viagem entre o Rio e a Alemanha durava 5 dias. Dois dias eram necessários para a travessia do Atlântico. A velocidade máxima era de 128 Km/h, muito mais rápida que a velocidade dos navios de passageiros da época, que variava entre 25 e 40 Km/h.

Passageira em sua cabine

A grande maioria dos voos do Graf Zeppelin para Brasil foi comandada por Hugo Eckener. Eckener, que além de pilotar, também foi um dos construtores dos dirigíveis alemães, acabou excluído dos últimos voos dos Zeppelins, especialmente os do Hindenburg, sucessor do Graf Zeppelin, por sua insistente oposição ao uso das aeronaves como propaganda para o regime nazista. Foi substituído por Ernst Lehmann, um aviador pró-nazista que acabou falecendo no desastre do Hindenburg, em maio de 1937.

O Graf Zeppelin em Jiquiá, Recife

O Graf Zeppelin completou, no total, 147 voos ao Brasil (sendo 64 transatlânticos) entre os 590 voos da sua longa carreira de 17.177,48 horas de voo, em nove anos de operação (1928-1937), o que tornou-o o mais bem sucedido dirigível da história da aviação. Foi uma fantástica e impecável carreira para uma aeronave que foi projetada e construída como protótipo, mas que, de tão perfeita, acabou sendo colocada em serviço. Transportou um total de 34 mil passageiros, 30 toneladas de carga, incluindo duas aeronaves de pequeno porte e um carro, e 39.219 malas postais, com total segurança e sem acidentes.

A cabine de comando do Graf Zeppelin

Ponte de comando, o "cockpit" do Graf Zeppelin

O Hindenburg em Santa Cruz, 1936. Ao fundo, o hangar em construção

A temporada de 1936 dos dirígiveis alemães foi marcada pelo primeiro voo comercial do D-LZ129 Hindenburg, sucessor do Graf Zeppelin. Esse voo inaugural, comandado por Lehmann, foi feito para o Brasil, e decolou para o Rio de Janeiro em 31 março de 1936. O grande maestro Heitor Villa-Lobos foi dos passageiros do Hindenburg, quando este retornou à Europa, em abril.O Graf Zeppelin sobrevoando a enseada do Botafogo

O Graf Zeppelin sobrevoando o Bairro Água Verde, em Curitiba, 1934

O sobrevoo de Porto Alegre, junho de 1934 sobre Santa Casa de Misericórdia

Sobrevoo de Joinville/SC

Sala de rádio

O Hindenburg

Entre os luxos introduzidos no Hindenburg, estava um piano Blüthner, especialmente fabricado em alumínio, e que pesava apenas 162 Kg. Em 1937, esse piano foi removido da aeronave, para aliviar o peso, o que salvou-o da destruição quando o Hindenburg se acidentou, em maio. Entretanto, esse notável instrumento musical acabou destruído em um bombardeio, na Segunda Guerra Mundial.

O piano de alumínio do Hindenburg

Infelizmente,apenas 14 meses depois, o Hindenburg acidentou-se em Lakehurst, New Jersey, nos Estados Unidos. Pouco antes de pousar, a aeronave incendiou-se, por motivos até hoje não esclarecidos, no dia 6 de maio de 1937. 61 tripulantes e 36 passageiros estavam a bordo. Desses, faleceram 13 passageiros e 22 tripulantes, além de uma pessoa no solo. Essas 36 vítimas encerraram definitivamente a carreira dos dirígiveis Zeppelin.

Timetable dos voos dos Graf Zeppelin, 1934

Foi o fim de uma era. Apenas um mês depois, o Graf Zeppelin foi retirado de serviço. O dirigível-irmão do Hindenburg, o LZ-130 Graf Zeppelin II, já concluído, nunca chegou a entrar em serviço ativo. Depois de passar alguns anos em um museu, ambos foram desmontados em 1940, para aproveitamento do seu alumínio em aviões militares, por ordem do Marechal do Reich Hermann Goering.

O Hindenburg entrando no hangar, em Santa Cruz

Torre de atracação de Jiquiá, em Recife.

Torre de atracação de Jiquiá, em Recife

Passados 75 anos, pouca coisa resta da história dos Zeppelins no Brasil. A maior e mais notável é o hangar de Santa Cruz, ainda intacto e em uso pela Força Aérea Brasileira. Não é o último hangar de Zeppelins ainda existente, como reza a lenda, pois o hangar de Lakehurst ainda permanece igualmente intacto. Em Recife, ainda resta, relativamente intacta, a torre de atracação de Jiquiá. O Museu Aeroespacial, do Rio de Janeiro, tem em seu acervo uma das hélices de madeira do Graf Zeppelin e alguns pedaços de tela rasgada, resultado de trabalhos de manutenção, e nada mais.

Comparação de tamanho entre o Hindenburg, um Boeing 747 e o Titanic

O Graf Zeppelin e o Hindenburg foram as maiores e mais luxuosas aeronaves a atender voos internacionais de e para o Brasil, e as que tiveram as passagens mais caras, mesmo considerando as caras passagens dos voos servidos pelo Concorde. Também serviram as linhas para a América do Sul com total segurança, sem um único acidente. Mas, hoje, não passam de uma distante lembrança, de uma era que não volta mais.

Fontes:
Wikipedia – http://bit.ly/tcWxPy
Rioblog – http://bit.ly/fSIRsi
Cultura Aeronáutica – http://bit.ly/unfkC7 

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Pontos quânticos ou quantum dots (QR), a tecnologia que deve revolucionar aparelhos eletrônicos

Pontos quânticos é um tipo de nanoestrutura de cristais semicondutores, extremamente pequenos (com cerca de 10 a 50 átomos de diâmetro, 1 a 5 nm de raio) que são fluorescentes.  É possível obter, com o mesmo material, diferentes tipos de pontos quânticos, diferentes cores. Em geral, dentro de uma faixa limitada de tamanhos, quanto menor o ponto quântico, mais sua emissão de fluorescência tende ao azul, quanto maior, mais tende ao vermelho.

Suspensões de pontos quânticos de CdSe de diferentes diâmetros. Do menor (esquerda) ao maior diâmetro.

Pesquisadores desenvolveram uma nova forma para reproduzir imagens, que poderá ser usada na fabricação de televisores ultra-finos, flexíveis e com alto poder de resolução, muito acima do 3D.

Os primeiros televisores de pontos quânticos, com cores melhoradas e telas ainda mais finas, podem estar disponíveis nas lojas até o final de 2012. Já a versão flexível deve levar pelo menos três anos para chegar ao mercado.

Apesar do avanço tecnológico, a escassez de alguns elementos para a produção desses displays tem impulsionado os custos de mercado, o que leva as empresas de eletrônicos a procurar novas maneiras de fazer seus produtos.

http://www.youtube.com/watch?v=6Xm4LABNYzo

Além de televisores, displays e outros aparelhos, os pontos quânticos poderão ser usados para a fabricação de novos tipos de lâmpadas mais eficientes, como também ser alimentados por energia solar.

Fontes:
http://bit.ly/rNaJUb
http://bit.ly/sioKVU

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Microscópio em tela multitoque

Pesquisadores finlandeses transformaram uma enorme tela sensível ao toque em um sistema inédito para controle de um microscópio.

O resultado é uma forma totalmente nova de fazer microscopia: o usuário amplia e reduz as imagens tocando na tela, incluindo a capacidade de multitoque.

É possível também deslocar o foco do microscópio, de forma a visualizar outras partes da amostra.

Usando o controle por toque é possível passar da imagem em tamanho natural até uma ampliação de 1.000 vezes, o que permite a visualização de células e até mesmo de detalhes no interior de uma célula.

Além de facilitar o trabalho nos laboratórios, os pesquisadores esperam que sua nova ferramenta possa ser usada em sala de aula, diminuindo a necessidade de equipamentos e melhorando a interação entre os alunos, que poderão discutir os detalhes enquanto os observam e manipulam.

O sistema pode ser ligado diretamente a um microscópio digital ou ser acoplado a um banco de imagens de micrografias.

http://www.youtube.com/watch?v=ihaM3DvyUHE

Fonte:
http://bit.ly/rE9McK

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Papel de grafeno 10 vezes mais resistente que o aço e está acelerando a era digital

Ele é mais forte do que o aço, fino como um papel e pode revolucionar a indústria de automóveis – conheça o papel grafeno, o material com propriedades de Super Homem.

Pesquisadores da Universidade Tecnológica de Sydney, Austrália, criaram um novo material que é menos denso, mais leve, resistente e forte do que o aço. Mas esta não é mais uma daquelas descobertas sensacionais que acabam ficando no papel. Até porque é papel. Feito de grafeno, material encontrado no grafite e em outros compostos de carbono, a novidade pode ser um divisor de águas na ciência dos materiais se conseguir atender às expectativas dos investigadores.

”]Este papel de grafeno é constituído por grafite alterado, por processos químicos, em monocamadas hexagonais empilhadas – tão finas quanto uma folha de papel, porém incrivelmente fortes. A universidade de Sydney publicou um comunicado à imprensa sobre as características únicas do material desenvolvido:

“Comparado com o aço, o papel de grafeno é seis vezes mais leve, de cinco a seis vezes menos denso, duas vezes mais duro, com dez vezes maior resistência à tração e 13 vezes maior rigidez à flexão.

Este é um salto enorme em termos de resistência dos materiais em geral (além de, como o papel, ser flexível). Além disso, por ser feito de grafeno, possui ainda algumas propriedades interessantes elétricas, térmicas e mecânicas.

O melhor de tudo, porém, talvez seja o fato de que o papel de grafeno não é escandalosamente difícil ou caro de ser fabricado, e, por isso, poderia ter grandes implicações para as indústrias aeronáutica e automóvel, onde os fabricantes já estão se voltando para materiais de fibra de carbono – como é o caso – para reduzir o peso e, assim, aumentar a economia de combustível. [PopSci]

Ele foi produzido pela primeira vez em 2004 e, no ano passado, ganhou o Prêmio Nobel de química. O carbono é o elemento que, conforme a combinação dos seus átomos, forma materiais tão distintos quanto o diamante e o grafite.

O papel grafeno (GP) criado pela equipe liderada pelo professor Guoxiu Wang é um material feito a partir do grafite moído, purificado e filtrado através de processos químicos até ter suas nano estruturas reconfiguradas e então processadas em forma de folhas finas.

Além disso, as GP são recicláveis e sua fabricação é bastante simples. Os pesquisadores acreditam que ela tem potencial de revolucionar as indústrias de automação, aviação, elétrica e ótica. Ao substituir o aço, por exemplo, o papel grafeno pode gerar carros mais leves e fortes, além de aviões que consomem menos combustível.

O estudo foi publicado na Journal of Applied Physics.

Cientistas australianos afirmam ter desenvolvido um material compósito baseado no grafite que é tão fino quanto papel, mas mais forte do que o aço.

O Dr. Guoxiu Wang e seus colegas da Universidade de Tecnologia de Sidnei batizaram seu material de “papel de grafeno”.

Como os demais materiais à base de carbono – fibras e compósitos – o papel de grafeno deverá ter aplicações sobretudo na indústria automotiva e aeroespacial, permitindo o desenvolvimento de carros e aviões mais leves, mais seguros e mais econômicos.

Esquema de um transístor de grafeno, com a ilustração superior mostrando as vacâncias, que geram magnetismo em um material de carbono puro. [Imagem: Jianhao Chen/Michael S. Fuhrer]

Magnetismo em carbono puro

Outra descoberta mais impressionante criou uma forma de controlar as propriedades magnéticas do grafeno, o que permite seu uso tanto como memória de acesso aleatório (RAM), quanto para o armazenamento magnético de dados – em discos rígidos ou em memórias tipo flash, por exemplo.

Jianhao Chen e Michael S. Fuhrer, da Universidade de Maryland, descobriram que as ausências de alguns átomos na rede atômica do grafeno – chamadas vacâncias – funcionam como minúsculos ímãs – as vacâncias possuem “momento magnético”.

Mais do que isso, esses momentos magnéticos interagem fortemente com os elétrons que conduzem eletricidade através do grafeno, gerando uma forte resistência elétrica, conhecida como efeito Kondo.

E o efeito Kondo surge no grafeno sem qualquer impureza, ou seja, sem a necessidade de dopagem do material.

Fuhrer afirma que, se as vacâncias no grafeno forem organizadas da maneira correta, isto poderá gerar o ferromagnetismo no material de carbono puro – cada “núcleo” Kondo pode se transformar em um bit magnético controlável.

“Momentos magnéticos individuais poderão ser acoplados juntos por meio do efeito Kondo, forçando-os a se alinharem na mesma direção,” afirma ele. “Quando acoplado com as impressionantes propriedades elétricas do grafeno, o magnetismo poderá ter interessantes aplicações na spintrônica.”

Assim, ao contrário da eletrônica do silício, que depende da colocação precisa de átomos no silício – a chamada dopagem – a eletrônica do grafeno poderá se basear na retirada de átomos em locais precisos da rede atômica do grafeno.

Bibliografia:

Advanced mechanical properties of graphene paper
Ali R. Ranjbartoreh, Bei Wang, Xiaoping Shen, Guoxiu Wang
Journal of Applied Physics
Vol.: 109, 014306 (2011)
DOI: 10.1063/1.3528213

Fontes:
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=grafeno-acelerando-era-digital

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=papel-de-grafeno&id=010160110429
http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/papel-grafeno-e-10-vezes-mais-forte-que-aco-28042011-24.shl
http://hypescience.com/cientistas-criam-material-superfino-dez-vezes-mais-resistente-que-o-aco/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29

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Reinventando a roda

O designer mexicano Victor M. Aleman é conhecido por alguns móveis de aparência diferente, por exemplo a  “Loopita Bonita”, inspirada nos loopings de montanha russa, a peça acomoda confortavelmente duas pessoas que podem interagir e conversar frente a frente. Ideal para a decoração da piscina ou do jardim de sua casa.

Cadeira para piscina na forma de loop

Cadeira para piscina na forma de loop

Também interessante é a proposta deste balanço.

Balanço em loop duplo

Balanço em loop duplo

Outras produções podem ser vistas no site do designer: http://www.coroflot.com/mx

No entanto o que está chamando mais a atenção é a proposta da bicicleta totalmente desmontável. Particularmente acho que deve ser um quebra-cabeça para pouca gente, mas com algum treino pode-se conseguir montá-la em pouco tempo, acho…

A bicicleta foi batizada de “Eco // 07”, e possui uma estrutura em triângulo composta de módulos expansíveis que podem ser reduzidos a dimensões bem mais pequenas quando não estão em utilização.

Bicleta montada

Bicleta montada

Roda

Detalhe do pneu

Demontando os aros

Demontando a roda em varias partes

Roda desmontada em 6 partes e empilhadas juntas

Bicicleta já sem as rodas

Demais partes desmontadas

Todas as peças dentro da caixa

Fontes:
http://bit.ly/8HYfzq
http://bit.ly/vtmoDv
http://bit.ly/hU7q6O
http://bit.ly/5LABOv

 

 

 

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O Futuro está acontecendo

A Microsoft publicou um vídeo interessante no YouTube. No vídeo, a Microsoft descreve um cenário do futuro próximo onde as pessoas usam todos os tipos de terminais para obter acesso aos recursos e se conectar com outras pessoas. O vídeo em si é muito bom e a tecnologia apresentada não é algo que não pode ser alcançada nos próximos 20 anos. Estamos bastante perto desse ponto, com todos os tipos de novos dispositivos que surgem no mercado. Por isso que a concorrência é boa e bom para todos nós.

http://www.youtube.com/watch?v=a6cNdhOKwi0

A Microsoft tem trazido muitos vídeos interessantes de conceito semelhante, em 2009 abordou a tecnologia que poderia transformar a nossa forma de fazer as coisas na escola, no trabalho e em casa nos próximos anos.
Baseada em computação em nuvem que é bem discutida nos dias de hoje, com vários os tipos de aplicações.  O futuro não está tão longe de nós.

http://www.youtube.com/watch?v=t5X2PxtvMsU

Muitos vídeos semelhantes podem ser vistos no canal da Microsoft no YouTube (http://www.youtube.com/user/officevideos), Este explora a tecnologia que melhora a saúde, oferecendo ligações diretas entre provedores e equipando pacientes com o controle que precisam para uma experiência e cuidado personalizado.

http://www.youtube.com/watch?v=C4LbAUa4ZwY

Quer se trate de tablet PC de computação de superfície, baseada em toque gestos ou sincronização de dados através de redes em casa, a visão da Microsoft sobre o futuro é muito promissora.

http://www.youtube.com/watch?v=1VuQeR-N8nE

Fontes:
http://theakiba.com/2011/10/28/microsoft-swipe-between-the-future
http://www.youtube.com/user/officevideos

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Lance a bola e tire uma foto panorâmica

Bola com 36 câmeras embutidas

Esta bola de aparência estranha pode automaticamente fazer uma imagem panorâmica sempre que você jogá-la no ar. Ela possui um conjunto de 36 câmeras de celulares, cada uma capaz de fazer uma imagem de dois megapixels.

Também está incluído um acelerômetro. Quando a bola “sente” a mudança no momento associado com o ápice de sua trajetória vertical, dispara uma foto com todas as câmeras ao mesmo tempo. O resultado é uma imagem esférica, sem obstruções, como um tripé ou outro mecanismo de apoio. As imagens são automaticamente montadas e exibida em um computador, permite ao usuário pan e zoom.

Toda a história é contada no vídeo a seguir. No exemplo mostrado as imagens são muito boas, embora existam alguns artefatos onde os segmentos se encontram. Mas são notáveis as variações de cor entre as imagens captadas por diferentes módulos CCD.

O detalhe sobre fotos esféricas é que o métodos utilizando no pós-processamento, para montar uma imagem, sempre tem alguma distorção. Com isso em mente, a câmera bola é uma boa solução para se fazer fotos panorâmicas com facilidade.

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Th5zlUe6gOE

Fonte:
http://bit.ly/n4wJon

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