Arquivo do mês: setembro 2011

Cuidado com a cabeça!

O dia é hoje!

Tudo que sobe, um dia desce. Os satélites, assim como os foguetes ou qualquer aparelho usado por agências como a NASA, têm vida útil. O fim desse período, pode sair um pouco do planejado. Hoje, dia 23 de setembro de 2011, um satélite lançado em 1991 deve voltar descontrolado à atmosfera terrestre.

O satélite em questão é chamado de UARS (sigla em inglês para “Satélite de Pesquisas da Atmosfera Superior”), e foi colocado em órbita há vinte anos com a missão de passar informações sobre a camada de ozônio e alguns processos climáticos da Terra. Deveria passar apenas três anos trabalhando, mas ficou operando até 2005, quando foi desativado. Seis anos depois, ele vai entrar pela atmosfera e se decompor uns 30 pedaços. A NASA não pode fazer nada senão tentar prever onde as partes do satélite vão cair.

Os cientistas afirmam que isso não é motivo para alarme. As chances de alguma parte do UARS cair em cima de uma área habitada do planeta, segundo cálculos, são de uma em 3.200. Não é muita coisa, mas é mais do que cair um raio em você!

Segundo os cientistas da NASA, será a primeira vez que isso acontece em mais de 30 anos. A última vez em que um satélite artificial voltou ao planeta fora de controle foi em 1979. O normal é que a NASA consiga operar a reentrada segura na atmosfera, o que não aconteceu com o satélite Pegasus 2 há trinta e dois anos e não vai ocorrer agora. Na ocasião, partes do Pegasus caíram no Oceano índico e outras em áreas desabitadas da Austrália.

Nunca houve vítimas fatais, em terra, de uma reentrada imprevista na atmosfera. Em 2003, quatorze astronautas morreram em um acidente com o ônibus espacial Columbia, no qual pedaços da nave caíram no Texas, mas ninguém foi atingido por partes do veículo. Desta vez, a previsão – ainda inexata – é que a maior parte do UARS caia em áreas remotas ao norte do Canadá, mas na verdade, pode cair em qualquer lugar.

O equipamento que vai voltar ao planeta em breve pesa “apenas” seis toneladas, mede 10,7 metros de comprimento e 4,5 metros de largura. A reentrada deve acontecer em uma velocidade superior a 800 km/h (velocidade de um avião comercial). Os cientistas haviam previsto, anteriormente, que o UARS só cairia em outubro, mas a volta à atmosfera acabou tendo uma evolução mais acelerada que o esperado.

Sem querer alamar, mas veja o que aconteceu em 2008 (daqui:http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM784184-7823-SATELITE+CAI+SOBRE+CASA+EM+MOGIMIRIM,00.html)

Enquanto não chega a notícia que caiu, muitas “notícias” engraçadas circulam pela internet, dizendo que caiu em determinado lugar… Pesquise e confira algumas, vamos rir enquanto não cai na cabeça de alguém!

Satélite sobre a casa.

Fontes:

 

http://pt.euronews.net/2011/09/23/satelite-da-nasa-cai-hoje-na-terra/
http://hypescience.com/satelite-deve-cair-na-terra-amanha/

 

 

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EcoPista – sustentabilidade, tecnologia e diversão

A EcoGreens – Soluções Sustentáveis lança no Rock´n Rio a EcoPista, primeira pista de dança sustentável da América Latina.

Criada na Holanda e lançada no mercado em 2008, a EcoPista gera energia elétrica apenas com a movimentação de pessoas sobre sua superfície. Quanto mais movimento, maior a experiência de interatividade com a pista e mais energia limpa é produzida.

A experiência é única. O contador de energia mostra o resultado da performance sustentável. As luzes coloridas sob a superfície da pista também respondem aos movimentos.

Ao final, a energia limpa gerada pela pista pode ser usada imediatamente, direcionada para a rede elétrica ou armazenada.


A EcoPista em funcionamento:
 http://www.youtube.com/watch?v=f4RHGAXb460

 

Apresentação da EcoPista no Rock´n Rio

  • Sexta-feira, dia 23 de setembro, às 16h. Com presença do diretor de marketing da EcoGreens, André Amaral.
  • Domingo, dia 25 de setembro, às 16h. Com presença do CEO da empresa holandesa SDC, criadora da EcoPista.

* As Ecobikes farão companhia para a pista, Sucesso em 2010, as Ecobikes da EcoGreens movimentaram a enorme roda-gigante do festival SWU. Dessa vez, além de gerar energia pedalando, será possível participar de um jogo exclusivo, conectado à bicicleta.

http://www.youtube.com/watch?v=LHHJ3DMzZhQ

 

 

Como funciona?

O chão da EcoPista se comprime 10mm quando pressionada pelos passos de dança, por exemplo. Esta pequena compressão é suficiente para ativar o mini-dínamo, aparelho que converte movimento em energia elétrica, localizado no interior de cada módulo da pista.

O módulo tem o formato de um cubo de 75cm (comprimento) X 75cm (largura) por 20cm (altura) e gera até 20 watts/hora, o equivalente a duas lâmpadas econômicas ligadas por uma hora.

Conectando todos os módulos, o sistema da pista agrupa e acumula energia suficiente para iluminar a própria pista de dança, garantir o som do DJ ou ser armazenada para uso posterior. A quantidade de energia que o sistema gera pode ser acompanhada pelo contador de energia.

O software que calcula a energia gerada pela pista apresenta o resultado instantâneo em watts e o total produzido (em joule ou watt / segundo). Essas informações podem ser apresentadas em tempo real para os usuários da pista numa torre conectada à rede.

 

Como utilizá-la?

A EcoPista pode ser alugada ou instalada permanentemente. As possibilidades de uso são infinitas – em danceterias, festivais, museus, eventos de tecnologia e sustentabilidade e mesmo em gincanas de escolas e clubes, quando podemos dividir a pista e identificar que equipe está produzindo mais.

Onde há movimentação de pessoas pode haver uma EcoPista. Onde há demanda de energia, pode haver energia limpa.

Por ser dividida em módulos, a EcoPista pode assumir diversos formatos, utilizando um mínimo de 4 módulos. Suas cores de fundo e imagens no contador de energia podem ser personalizadas para cada cliente. É possível também programá-la para interagir com a movimentação do público, alternando ou mudando o ritmo das
cores.

Para todos, a experiência será única – divertida, moderna e ambientalmente correta.

 

Sobre a EcoGreens – Soluções Sustentáveis

Em tempos de crise climática mundial, a EcoGreens – Soluções Sustentáveis traz um novo conceito em consultoria ambiental. Atendendo à empresas, eventos e pessoas físicas, a EcoGreens tem como missão ampliar o comprometimento com a conservação da natureza, orientando mudanças de postura e ações.

 

Fonte: www.ecogreens.com.br

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Natureza selvagem por Ben Hall

Ben Hall é fotógrafo britânico em ascensão com belas fotos da vida selvagem, em grande parte devido à sua utilização de luz ambiente e representações artísticas da fauna nativa britânica. Um olho criativo, juntamente com uma sólida base em técnicas avançadas da câmera são os ingredientes de suas imagens.  Perfeccionista e paciente por natureza, consegue captar o momento que transmite todo o esplendor da vida selvagem.

A maioria das fotos foram tirada nas ilhas britânicas, mas Ben já esteve na Patagónia (Argentina) e na África do Sul. Animais no seu habitat natural e paisagens arrebatadoras, são o tema central, asssim como os detalhes que a tornam única.

No caso do artista, a paciência, a paciência resulta em verdadeiras obras de arte, tanto quanto a sensibilidade estética, quanto a harmonia entre homem e natureza, sem recurso a qualquer manipulação digital. Ben Hall já receveu vários prêmios internacionais e seus trabalhos aparecem com frequência em publicações sobre a vida selvagem.

Visite o site do artista para aprecia mais fotos: http://benhallphotography.com/

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Fonte:
http://benhallphotography.com/
http://obviousmag.org/archives/2011/09/ben_hall_a_natureza_em_estado_selvagem.html

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O mistério do mapa de Piri Reis

Quando a Turquia se tornou república em 29 de outubro de 1923, após a dissolução do Império Otomano, começou a haver uma abertura e então aconteceram algumas redescobertas de tesouros antigos. Em 1929, o teólogo alemão Adolf Deissmann descobriu uma pele de camelo ressecada e pintada com um mapa surpreendente, enrolado em uma prateleira empoeirada do famoso Palácio Topkapi, em Istambul. Ao ver a assinatura logo reconheceu o autor do livro Kitabi Bahriyre, Piri Reis.

Estátua de Piri Reis

Mapa de Piri Reis

O mapa mostrava o contorno do oceano Atlântico. As costas da Europa, África e também as da América estavam desenhadas com uma precisão surpreendente, fruto de um conhecimento de trigonometria esférica próprio de séculos muito posteriores. O litoral norte da Antártica é perfeitamente detalhado. O mais enigmático não é o fato de como Piri Reis conseguiu desenhar o mapa da região da Antártica tão preciso a 300 anos antes de ter sido descoberta mas o fato de que o mapa mostra hoje o litoral coberto por gelo.

A exatidão do mapa

O mapa é um fragmento de um mapa-múndi (as outras partes estão perdidas), foi pintado em 9 cores, com uma série de notas escritas de seu próprio punho pelo almirante Piri Reis que diz que não ser o responsável pelo mapeamento e pela cartografia original dos mapas e que foi confeccionado a partir 20 mapas, desenhos e esboços, alguns de origem desconhecidas que estavam no inventário do palácio.
Segundo estudiosos, ele foi baseado em 8 mapas de Ptolomeu, um mapa árabe da Índia e sudeste asiático e 4 mapas portugueses, e de um suposto mapa capturado por seu tio, usado por Colombo. Desenhos de animais ilustram o trabalho e as legendas e anotações em turco.

Anotações a mão


Há quem afirme que o mapa tinha erros nas latitudes e longitudes. Essa ideia é, de algum modo, justificada a partir do estudioso Charles Hapgood, professor e investigador americano, que terá sustentado a precisão do mapa, embora com possíveis erros na descrição das zonas Ártica e Antártica, pelo menos. Ainda acerca da precisão geográfica, estudos comprovam a necessidade de o almirante ter possuído instrumentos de medição avançados e uma equipa de análise cartográfica aérea.
Os mapas de Piri Reis são ilustrados com imagens dos soberanos de Portugal, da Guiné e de Marrocos. Na África, um elefante e um avestruz; lhamas na América do Sul e também pumas. No oceano, ao longo dos litorais, desenhos de barcos. As legendas estão grafadas em turco. As montanhas, indicadas pela silhueta e o litoral e rios, por linhas espessas. As cores são as convencionalmente utilizadas: partes rochosas marcadas em preto, águas barrentas ou pouco profundas por vermelho.

Mapa da Europa e do Mar Mediterrâneo

Alexandria

 

O mais impressionante é que até o século 18, os navegadores corriam risco de que seus barcos batessem em litorais rochosos, pois lhes faltava a capacidade de calcular a longitude. Para isso necessitavam de um relógio extremamente preciso. Somente em 1790 o primeiro relógio marinho preciso foi inventado e os navegadores puderam saber sua posição nos mares. A resposta deste mistério parece estar nos “mapas antigos e secretos” que ele usou como orientação para suas cartas. Estudos mostram que a glaciação dos polos ocorreu depois de uma época situada aproximadamente há 10.000 anos. Naquela época, o que havia de mais civilizado, segundo os historiadores clássicos, eram os Cro-Magnon da Europa. Além disso, para elaborar um mapa como aquele, Piri Reis precisaria de toda uma equipe perfeitamente coordenada e de levantamento cartográfico aéreo. Mas quem teria, naquela época, aviões e serviços geográficos?
 
 
Leia mais nos links abaixo.

Mapa portolano e que apresenta as mesmas deformações no continente americano que o mapa de Piri Reis é o feito em 1502/1505, pelo genovês Nicolo Caverini

Em 1508, por exemplo, Francesco Roseli publicou seu mapa-mundi, segundo o estilo ptolomaico, e lá no círculo antártico faz menção a uma terra ainda incógnita.

 
 


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Família fora dos padrões

Homem de 90 anos teve 17 filhos com a mulher, 15 com a cunhada e 1 com a sogra.

Uma família foge totalmente dos padrões tradicionais é uma das curiosidades do município de Campo Grande, região Oeste do Rio Grande do Norte. Essa é a história de um viúvo que se casou com uma jovem, com quem teve 17 filhos, simultaneamente manteve um relacionamento com a cunhada com quem também teve 15 filhos, e ainda se relacionou com a sogra com quem teve mais um filho. Uma trajetória, no mínimo exótica, porém, verdadeira e muito particular, podendo até mesmo se inédita no Brasil.

Luiz Costa de Oliveira e suas mulheres. (Foto Gazeta de Oeste)

A família Oliveira Silva é formada por Luiz Costa de Oliveira, 90 anos, (chefe da família), Maria Francisca da Silva, 64 anos (esposa), Ozelita Francisca da Silva, 58 anos, (irmã de Maria Francisca – cunhada de Luiz) e Francisca Maria da Silva, 89 anos, (mãe de Maria Francisca e Ozelita – sogra de Luiz).Os detalhes de como essa família foi formada, foram contados pelos próprios integrantes durante o contato com a equipe de reportagem da Gazeta do Oeste. No começo da entrevista, após ser informado sobre o que seria o tema da conversa, a primeira frase dita por Luiz Costa foi: “A coisa que Deus fez mais bem feito no mundo foi mulher”. Demonstrando muita descontração e sem qualquer sinal de inibição, Luiz começou a contar a trajetória de vida que inclui um casamento oficial com uma mulher que ele identificou apenas como Francisca, com quem teve 17 filhos e ficou viúvo, e os relacionamentos com as irmãs Silva e a sogra que renderam a ele mais 35 filhos, 100 netos e 30 bisnetos.

Após ficar viúvo, Luiz conheceu Maria Francisca da Silva, que ajudou a criar os filhos da primeira mulher e ainda teve mais 17. Segundo ele, durante o tempo em que viveu com Maria, a irmã dela, Ozelita Francisca, sempre vinha cuidar do resguardo da irmã, ocasião em que acabou mantendo também um relacionamento amoroso com a cunhada que teve mais 15 filhos de Luiz. E para completar essa família mais que diferente, a sogra de Luiz também se relacionou com o genro e dessa relação nasceu mais um filho, somando um total de 50 filhos que Luiz diz ter conhecimento. “Eu posso até te outros filhos por aí e não saber, porque sempre gostei muito de namorar”, ressaltou.

GALANTEADOR – As irmãs Maria Francisca e Ozelita Francisca contam que sempre conviveram bem com esta família diferente. Segundo elas, o segredo de Luiz sempre foi o jeito galanteador com o qual ele sempre tratou as mulheres. Segundo elas, ele sempre viveu do trabalho para casa e a única diversão dele era namorar. “Ele nunca maltratou nenhuma de nós, sempre cuidou bem dos filhos e nunca deixou faltar nada em casa”, relatou Maria Francisca.

A primeira mulher de Luiz que morreu e deixou 17 filhos, era natural de Assu e cinco dos filhos foram criados por Maria Francisca. Hoje, muitos filhos morreram, mas a família de Luiz já conta com mais de 100 netos e 30 bisnetos. “Eu não sei dizer o nome de todo mundo, mas sei que tenho muitos filhos, netos e bisnetos espalhados por aí”, acrescentou Luiz.

Luiz viveu a maior parte de sua vida e construiu seus relacionamentos amorosos no Sítio Poço Verde, zona rural de Campo Grande. Hoje, a maior parte da família reside em duas casas localizadas na Rua Artur Almeida, 55, conjunto IPE, Campo Grande. As casas, em especial, a de Luiz, expõem a simplicidade extrema. Sem luxo, sem móveis e sem estrutura básica como piso e paredes de concreto, porém, essa ausência parece não abalar a alegria de viver expressada pelos membros da família Oliveira Silva.

Pequena parte da família

Vizinho à casa de Luiz, reside outra parte da família, todos moram juntos e dividem espaço, alimento, dificuldades, tristezas e alegrias. Um dos netos de Luiz, que é gêmeo, único caso de gêmeos que Luiz tem conhecimento, Cosme, disse que a vida da família é difícil, mas todos sobrevivem e se relacionam bem, apesar das dificuldades impostas pela falta de condições financeiras. “Aqui trabalho é muito difícil e o que fazemos para melhorar isso é estudar e trabalhar aqui e ali fazendo bicos”, ressaltou Cosme.

SAÚDE DE FERRO – Quanto ao segredo de tanta vitalidade e disposição para gerar tantos filhos e aos 90 anos ainda expor uma lucidez e uma saúde invejáveis, Luiz conta que não há segredo. De acordo com ele, a receita é simples: há 40 anos não fuma, não bebe e sempre se alimentou de comidas simples como feijão, arroz, batata, macaxeira e todos os alimentos que formam o cardápio do homem do campo. Luiz acrescentou que não tem doenças e não sente dores. “Não tenho dor em lugar algum do meu corpo, apenas hoje não consigo mais namorar, mais ainda lembro como mulher é bom”, comentou. Luiz é aposentado, mas diz que sente muita falta do tempo em que trabalhava na lavoura. “Eu sempre trabalhei e sinto falta de me movimentar, por isso, todo dia faço uma caminhada, não aguento ficar parado muito tempo”, declarou. Uma receita simples, de um homem simples, mas com uma história de vida pra lá de complexa.

MEMORIAL VIVO – A história da família de Luiz chegou até o conhecimento da equipe de reportagem do jornal Gazeta do Oeste a partir do projeto Memorial Vivo, que tem a frente o professor Júnior Liberato, da cidade de Campo Grande. O trabalho realizado pelo professor Júnior conta com a colaboração de estudantes do ensino médio e tem como objetivo divulgar a cultura da região e levantar fatos históricos e curiosidades. O projeto dispõe ainda de um telão cultural, onde todo o material coletado é repassado para a população através de um telão instalado em praça pública.

Fonte: http://www.meionorte.com/noticias/geral/homem-de-90-anos-teve-17-filhos-com-a-mulher-15-com-a-cunhada-e-1-com-a-sogra-143723.html

PS.:  Em 27 de setembro passou no Fantástico – assista a reportagem: http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1674025-15605,00-HOMEM+TEM+MAIS+DE+FILHOS+COM+A+MULHER+A+CUNHADA+E+A+SOGRA.html

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Jardins nos Emirados Árabes

É o primeiro parque no Guinness World Record pelo maior número de cestas de flores em suspensão. Fica em  Al Ain, Emirados Árabes Unidos, a 160 km de Abu Dhabi (capital)  Al Ain significa  “Primavera”.

Com pouco mais que a área de quatro campos de futebol, as passadeiras entre os canteiros têm cerca 2400 metros. Os jardins situam-se num antigo oásis de águas subterrâneas abundantes. Devido à rapinagem de flores já teve que ser temporariamente encerrado ao público, atualmente está previsto o seu alargamento.

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Fonte: e-mail

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Um castelo português com certeza.

O palácio da Pena é um dos símbolos da região de Lisboa, situado no topo da serra de Sintra, foi construído em 1839 a pedido do Rei consorte D. Fernando II, para ser a residência de verão. Antes só existiam as ruínas de um antigo convento. O estilo é o mesmo de muitos outros castelos castelos europeus, com uma decoração exótica e detalhista, o Palácio Nacional da Pena é o mais completo exemplar do Romantismo português.

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Em 2007 foi eleito uma das 7 maravilhas de Portugal, fica a 4,5 km do centro histórico de Sintra, foi projetado pelo arquiteto Barão de Eschwege e decorado pelo próprio Rei D. Fernando II. A construção faz parte do Parque da Pena, uma vasta área verde com enormes rochedos, jardins, lagos, pontes e pequenas estufas e viveiros com diversas flores e árvores vindas de todo o mundo.

Do antigo convento foram conservados os claustros, a capela e alguns anexos que serviram de base para a reconstrução. A sua adaptação, realizada com uma junção de vários estilos e influências góticas, mouriscas, neo-manuelinas e árabes, resultou num ambiente de um autêntico cenário “das mil e uma noites”.

O “Chalet da Condessa”, mandando construir como zona de lazer para o rei-consorte e a sua mulher, está parcialmente destruído. Tendo sido inspirado nos chalés dos Alpes, estava rodeado por um jardim e o seu revestimento exterior simulava madeira. O processo de recuperação começou em 2007 pela empresa Parques de Sintra – Monte da Lua e a primeira fase de trabalhos terminou há poucos meses.

Desde a implantação da República, em 1910, o Palácio da Pena tornou-se museu e passou a ser chamado Palácio Nacional da Pena. Digno de um conto de príncipes e princesas, representa o mais belo exemplar da arquitetura romântica portuguesa.


 Todas as fotos foram cedidas pelo departamento de comunicação (Maria do Céu Alcaparra) dos Parque de Sintra – Monte da Lua, SA

Fonte:
http://obviousmag.org/archives/2011/09/palacio_da_pena_um_castelo_de_principes_e_princesa.html

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