Hyperphoto – Jean François Rauzier

Jean François Rauzier usa uma técnica criada por ele mesmo: cria imagens gigantescas, em alta resolução, com uma capacidade de zoom espantosa.

Nascido em 1952, desde criança foi fascinado pela fotografia, tem explorado a arte como pintor e escultor, mas a fotografia que chama de “Hyperphoto”  lhe permitiu ser laureado pelo preço das coleções exibidas em todo o mundo. Tem muitas fotos espetaculares, mas a panorâmica de Paris onde está representado o Rio Sena, a Torre Eiffel, as diversas pontes da cidade e o Sacré Coeur, ao longe, é um caso a parte, o zoom nessa imagem vai  até você poder saber exatamente o que há por detrás das janelas dos edifícios mais próximos. Pode contar quantas pessoas estão em cada divisão, se se trata de uma sala ou de uma cozinha e comparar os diferentes móveis dos apartamentos, é impressionante. Veja o quê digo em http://www.rauzier-hyperphoto.com/paris/

Parece trabalho da NASA ou coisa do Google, mas são, na verdade, as fotografias hiper-detalhadas através da montagem de centenas ou até milhares de fotografias de alta qualidade. É criada uma imagem de hiper-resolução que leva ao extremos tanto o detalhe como a perspectiva. Cada colagem leva entre 600 e 3400 fotografias individuais que são tiradas individualmente, num período de tempo que pode chegar a duas horas. A demora neste trabalho é a junção das fotografias e o trabalho em Photoshop de modo que o espectador não possa distinguir onde começa uma imagem e termina outra. Mesmo que o trabalho utilize uma perspectiva de 360º, como pode ser visto na hiper-foto de Paris, sempre existe a imprevisibilidade do resultado final.

Há muito a ser explorado no site do fotógrafo: http://www.rauzier-hyperp/foto.com/ mas tem umas bem diferentes em http://www.hyper-photo.com/hyperpano/interface/cooliris/ que nem acho serem as melhores, mas são muito loucas e criativas.

Fonte:
http://obviousmag.org/archives/2010/02/jean_francois_rauzier_fotografias_hiper-detalhadas.html

Parece algo digno do satélite mais poderoso da NASA, mas são, na verdade, as fotografias hiper-detalhadas do francês Jean François Rauzier. Ou simplesmente as hiper-fotos, como o seu autor lhes chama. Através da montagem de centenas ou até milhares de fotografias de alta qualidade, é criada uma imagem de hiper-resolução que leva ao extremos tanto o detalhe como a perspectiva. Cada colagem leva entre 600 e 3400 fotografias individuais que são tiradas individualmente, num período de tempo que pode chegar às duas horas – o que, pensando bem, não é assim tanto.

O que demora mais neste trabalho é a junção das fotografias e o trabalho em Photoshop: Rauzier assegura que o espectador não possa distinguir onde começa uma imagem e termina outra. Mesmo que o trabalho utilize uma perspectiva de 360º, como pode ser visto na hiper-foto de Paris, daí a imprevisibilidade do resultado final.

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