Arquivo do mês: abril 2011

Quinoa

A Quinoa é um grão originário da Bolívia e com alto poder nutritivo. Possui proteína de alta qualidade, baixo teor de colesterol, além das grandes quantidades de vitaminas e minerais presentes. O sabor é leve, semelhante à soja e a cada dia conquista espaço na mesa dos brasileiros.

É consumida pelos incas, há mais de 8 mil anos, era o alimento principal do povo das montanhas. Era! Desde que os cientistas da NASA descobriram que a quinoa seria o alimento ideal para longas viagens ao espaço, o preço disparou, leia a reportagem a respeito:

Valorizada, quinoa se torna inacessível em sua terra, a Bolívia

Quinoa/ Reprodução

RIO – Quando os cientistas da Nasa procuravam, décadas atrás, por um alimento ideal para longas viagens ao espaço, eles se depararam com um planta dos Andes chamada quinoa. Formada por uma excepcional mistura de aminoácidos, a quinoa, segundo eles, não tem rival à sua altura entre animais e plantas para os nutrientes que carrega.

Embora os bolivianos se sustentem desse alimento há séculos, a quinoa provocou pouca curiosidade fora dos Andes: era encontrada apenas em lojas especializadas em alimentação saudável e em laboratórios de pesquisa – ao menos até pouco tempo atrás, mostra reportagem publicada no “New York Times”.

A demanda por quinoa explodiu recentemente nos países desenvolvidos. Consumidores americanos e europeus descobriram a “cultura perdida” dos incas. O surto aumentou a renda dos agricultores de um dos países mais pobres do continente.

Houve, no entanto, um efeito colateral: menos bolivianos podem, agora, pagar pelo alimento, o que os fez adotar uma dieta mais barata, composta por comida processada. Aumentou-se, assim, os riscos de desnutrição em um país que há muito luta contra este problema. Enquanto os preços da quinoa quase triplicaram nos últimos cinco anos, seu consumo por bolivianos caiu 34% no mesmo período, de acordo com o governo local.

O dilema resultante – agricultores lucram mais, embora menos bolivianos estejam usufruindo dessa rica fonte de nutrientes – fez nutricionistas e autoridades correrem atrás de soluções.

– Como agora é exportada, a quinoa tornou-se muito cara – lamenta Julia Cabrerizo, nutricionista do Hospital de Clínicas de La Paz. – Não é um alimento de consumo difundido, como massa ou arroz.

A quinoa, domesticada milhares de anos atrás no árido solo do planalto boliviano e comumente confundida com um grão, é, na verdade da subfamília Chenopodioideae, ligada a espécies como beterraba e espinafre. Suas sementes têm um gosto leve, semelhante ao de nozes, e quando cozidas tornam-se quase translúcidas.

Enquanto os incas usavam a quinoa para alimentar seus soldados, só recentemente os agricultores bolivianos, auxiliados por organizações de ajuda internacional europeias e americanas, começaram a cultivá-la para exportação.

O foco no mercado estrangeiro mudou a vida de locais como Salinas de Garcí Mendoza, uma comunidade à beira das salinas do sul boliviano, onde boa parte da produção de quinoa é realizada. Líderes agrícolas asseguram que as exportações crescentes da planta melhoram o padrão de vida regional.

– Antes da quinoa atingir seu preço atual, os habitantes daqui procuravam emprego na Argentina e no Chile – lembra Miguel Chope Llanos, diretor comercial da Associação Nacional de Produtores de Quinoa. Agora, diz, os preços crescentes do alimento encorajaram aqueles que deixaram o país a voltar ao campo durante as temporadas de plantio e colheita.

Ainda assim, há motivos para preocupar-se. Embora os índices de desnutrição tenham diminuído nos últimos anos, graças a um agressivo programa social do governo, a nutricionista Maria Julia alerta que, de acordo com estudos, a desnutrição infantil cresceu em áreas de cultivo de quinoa, inclusive em Salinas de Garcí Mendoza. O motivo? Os preços crescentes do produto, cada vez mais destinado para fora do país.

– Eu adoro quinoa, mas não tenho mais condições de pagar por ela – diz Micaela Huanca, de 50 anos, ambulante de El Alto, ao norte de La Paz. – Vejo-a nos mercados e vou embora.

Quinoa/ Reprodução

Autoridades bolivianas consideram que a mudança dos hábitos alimentares, assim como a capacidade maior de compra de alimentos processados, também explicam o retrocesso da quinoa no mercado interno.

– Tem a ver com a cultura dos alimentos, porque, se você der às crianças uma farinha torrada de quinoa, elas não comem; elas querem pão branco – assegura Víctor Hugo Vásquez, vice-ministro de Desenvolvimento Rural e Agricultura. – Se você oferecer água fervida, açúcar e farinha torrada de quinoa em uma bebida, elas preferem Coca-Cola.

A perda de consumidores vizinhos aos locais de cultivo alarmou alguns dos principais comerciantes da planta nos EUA, onde a quinoa é cada vez mais cobiçada por pessoas preocupadas com a saúde.

– É um pouco desanimador ver um movimento como este ocorrer na Bolívia, mas a vida e a economia são assim – resigna-se David Schnorr, presidente da Corporação Quinoa de Los Angeles, uma das maiores importadoras do produto nos EUA, e que trabalha com artigos bolivianos desde os anos 80.

Segundo Schnorr, a escalada do preço da quinoa nos EUA também motivou outras preocupações.

– Por US$ 5 a caixa, só um punhado de pessoas pode se dar a este luxo – queixa-se, afirmando que o melhor seria ver este valor reduzido pela metade. – Sempre advoguei pela expansão do mercado, mantendo o preço em um ponto que permitisse que mais pessoas experimentem o produto.

O governo boliviano tenta insuflar o consumo doméstico, mesmo com a quinoa deparando-se com uma competição acirrada com outros alimentos. Nos supermercados de La Paz, uma embalagem de um quilo de quinoa custa o equivalente a US$ 4,85. Um pacote do mesmo peso de talharim custa US$ 1,20. De arroz, US$ 1.

O presidente Evo Morales afirmou este mês que pretende gastar mais de US$ 10 milhões em empréstimos para produtores da quinoa, e autoridades da pasta de saúde estão incorporando a planta a uma cesta básica distribuída mensalmente a milhares de gestantes e mulheres em fase de amamentação.

Vásquez, o vice-ministro, garante que a quinoa também será incluída na refeição das Forças Armadas e no café da manhã das escolas:

– Isso já é uma prática em algumas cidades, mas queremos expandir.

Apesar dos preços galopantes, alguns se esforçam para não abandonar o consumo da quinoa. Paulina Vásquez, 52, dona de casa e mãe de três filhos, vive em um distrito pobre nas escarpas de uma montanha íngreme de La Paz. Ela administra sua própria cultura da planta em um terreno da família, na periferia da capital boliviana. A quinoa embalada vista nos supermercados não cabe em seu orçamento.

Em vez de pagar pelo produto, Paulina colhe sua quinoa, armazena e depois prepara o produto com suas próprias mãos. É um processo meticuloso que inclui uma lavagem para retirar um revestimento que protege as sementes. A dona-de-casa costuma fazer uma bebida doce com quinoa, maçã, canela e açúcar no café da manhã. Mas, segundo ela, os integrantes mais novos da família já abdicaram da planta.

– Quem é da minha idade ou mais velho come quinoa. Os jovens não querem – compara. – Todos correm atrás de uma panela de macarrão, como se fosse uma comida muito nutritiva. Até meus filhos são assim.

Fonte:
http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2011/04/25/valorizada-quinoa-se-torna-inacessivel-em-sua-terra-bolivia-924314275.asp

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Carro movido a hidrogênio pode funcionar com urina

Eu tomo chimarrão todos os dias, dois ou mais litros, também gosto de uma cerveja de vez em quando. Quer dizer que poderia estar produzindo material para produção de hidrogênio. Pena que um carro destes deve custar muito caro!

Brincadeira a parte, é uma ideia muito boa mesmo.

clarity urina Carro movido a hidrogênio pode funcionar com urina

Gerardine Botte, professora de química e engenharia biomolecular da Universidade de Ohio, nos EUA, desenvolveu um trabalho onde descobriu a possibilidade de se obter hidrogênio a partir de urina.

Segundo ela, o processo requer uma carga menor de energia elétrica no processo de eletrólise, a fim de extrair o hidrogênio e descartar água. Com isso, a obtenção do combustível ecológico seria de maneira geral mais limpa e menos custosa, já que aproveitaria dejetos humanos, reciclando o meio ambiente.

Para Botte, um carro como o Honda Clarity, por exemplo, pode fazer média de 40 km/litro caso funciona com células de combustível utilizando urina. Ela também diz que um escritório com 300 funcionários pode fazer funcionar todo o sistema de climatização sem precisar de energia elétrica externa.

Agora imagine o potencial da utilização de urina para geração de energia elétrica em locais com grande movimentação de pessoas, como estações de trem ou ônibus, aeroportos, shoppings, entre outros.

[Fonte: Auto Cosmos]
http://www.noticiasautomotivas.com.br/carro-movido-a-hidrogenio-pode-funcionar-com-urina/

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Máquinas de datilografia

Máquinas de escrever sobrevivem nos EUA graças ao governo.

Sílvio Guedes Crespo


Máquina de escrever transparente da Swintec, usada em presídios (foto:divulgação)

Circulou na internet nos últimos dias a notícia de que a última fábrica de máquinas de escrever do mundo fechou as portas. Na segunda-feira 25, no entanto, veio o desmentido.

O site norte-americano Minyanville, que fornece conteúdo para Yahoo! Finance, MSN Money e AOL Money, achou um fabricante de máquinas de escrever, a Swintec, sediada nos Estados Unidos.

Em entrevista ao Minyanville, o gerente geral de vendas da empresa não apenas confirmou que continua fabricando o produto como enfatizou: “Não acho que as máquinas de escrever vão desaparecer, não vejo isso acontecer tão cedo”.

Para quem ele vende? “Temos contratos com penitenciárias de 43 Estados (norte-americanos) para fornecer máquinas de escrever transparentes para os presos, de modo que eles não possam esconder contrabando dentro delas”, afirmou o executivo.

Esse mercado, no entanto, está ameaçado. Existe um projeto nos EUA de permitir que os presidiários utilizem computadores para enviar e receber e-mails. Segundo autoridades que defendem esse projeto, é mais seguro monitorar as conversas dos presos pelo meio eletrônico do que pelo impresso. No caso do e-mail, “não se pode colocar pó branco no envelope”, disse Dan Pacholke, diretor de penitenciária em Washington.

Além das prisões, repartições públicas ainda são clientes da Swintec. “Há muitos documentos que ainda precisam ser escritos à máquina, como formulários, ordens de compras, envelopes e memorandos”, disse o gerente Ed Michael em outra reportagem.

Informações desencontradas

A notícia do fim da máquina de escrever rodou o mundo depois que o jornal indiano “Business Standard” disse que a empresa local Godrej & Boyce não fabrica mais o produto desde 2009. A informação é verdadeira, mas o texto acrescentava que a companhia era a última do mundo a produzir máquinas de escrever.

A Godrej foi a última sobrevivente entre as grandes marcas de máquinas de escrever. Antes da indiana, saíram do mercado nomes como Remington Rand, Olivetti, Smith-Corona, Adler-Royal, Olympia e Nakajima, segundo o “Business Standard”.

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2011/04/26/prisoes-mantem-vivo-o-mercado-de-maquinas-de-escrever/

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Pedido de empréstimo

Não sei se a história é verdadeira ou não, mas me deparei com situações absurdas da nossa burocracia, está ilustra bem e a resposta foi formidável.

Recebi por e-mail:

Um advogado de Nova Orleans pediu um empréstimo em nome de um cliente que perdera sua casa quando do furacão Katrina e queria reconstruí-la. Foi-lhe comunicado que o empréstimo seria concedido logo que ele pudesse apresentar o título de propriedade original da parcela da propriedade que estava a ser oferecida como garantia. O advogado levou três meses para seguir a pista do título de propriedade datado de 1803. Depois de enviar as informações para o Banco, recebeu a seguinte resposta:

“Após a análise do seu pedido de empréstimo, notamos que foi apresentada uma certidão do registro predial. Cumpre-nos elogiar a forma minuciosa do pedido, mas é preciso salientar que o senhor tem apenas o título de propriedade desde 1803. Para que a  solicitação seja aprovada, será necessário apresentá-lo com o  registro anterior a essa data.”

Irritado, o advogado respondeu da seguinte forma:

“Recebemos a vossa carta respeitante ao processo nº.189156.  Verificamos que os senhores desejam que seja apresentado o título de propriedade para além dos 194 anos abrangidos pelo presente registro. De fato, desconhecíamos que qualquer pessoa que fez a escolaridade neste país, particularmente aqueles que trabalham na área da propriedade, não soubesse que a Luisiana foi comprada, pelos E.U.A à França, em 1803.

Para esclarecimento dos desinformados burocratas desse Banco, informamos que o título da terra da Luisiana antes dos E.U.A.  terem a sua propriedade foi obtida a partir da França, que a tinha adquirido por direito de conquista da Espanha. A terra entrou na posse da Espanha por direito de descoberta feita no ano 1492 por um capitão da marinha chamado Cristóvão Colombo, a quem havia sido concedido o privilégio de procurar uma nova rota para a Índia pela rainha Isabel de Espanha.

A boa rainha Isabel, sendo uma mulher piedosa e quase tão cautelosa com os títulos de propriedade como o vosso Banco, tomou a precaução de garantir a bênção do Papa, ao mesmo tempo em que vendia as suas joias para financiar a expedição de Colombo. Presentemente, o Papa – isso temos a certeza de que os senhores sabem – é o emissário de Jesus Cristo, o Filho de Deus, e Deus – é comumente aceito – criou este mundo. Portanto, creio que é seguro presumir que Deus também foi possuidor da região chamada Luisiana.

Deus, portanto, seria o primitivo proprietário e as suas origens remontam a antes do início dos tempos, tanto quanto sabemos e o Banco também. Esperamos que, para vossa inteira satisfação, os senhores consigam encontrar o pedido de crédito original feito por Deus. Agora, que está tudo esclarecido, será que podemos ter o nosso empréstimo? “

O empréstimo foi concedido.


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Atlantic Ocean Road

A estrada pode ser considerada uma obra de arte, com apenas 8 quilômetros, é uma das mais pitorescas rodovias do mundo. Fica na Noruega, é também conhecida como o “Caminho do Atlântico”, liga as cidades de Molde (62.735752°,  7.165265°), a principal cidade do condado de Romsdal, conhecida como “a cidade das flores”,  e Kristiansund (63.110550°,  7.729549°), na costa oeste, o charme estão nas pontes ligando várias ilhas ao continente.

O que faz dela um dos caminhos mais inspiradores do planeta para quem segue sobre quatro rodas, é o fato de que foi construída sobre as águas, uma estrada estreita e sinuosa que presenteia os viajantes com paisagens sensacionais.

Oferece vista do mar, dos fiordes e montanhas, nos dias de mar agitado as ondas agressivas quebram na rodovia oferecendo verdadeiros espetáculos.

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Fontes:
http://the-rioblog.blogspot.com/2011/04/conheca-atlantic-ocean-road-estrada-que.html

http://turismo.ig.com.br/destinos_internacionais/2009/09/02/atlantic+ocean+road+++viagem+a+noruega+++percorra+uma+das+mais+bonitas+estradas+do+mundo+++caminho+do+atlantico+8235905.html

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Roupas com funções inteligentes

Quem já teve que usar aqueles incômodos monitores cardíacos, um exame em que a gente passa 24 horas se assustando a cada instante com a vibração, certamente aprovará este tipo de roupa.

Pesquisadores alemães desenvolvem roupas com funções inteligentes

Roupas funcionais também podem ser bonitas

Além de protegerem contra frio ou calor, as roupas do futuro terão funções inteligentes, podendo, por exemplo, medir o batimento cardíaco e enviar as informações ao notebook.

Os pesquisadores do Instituto de Engenharia Têxtil de Denkendorf, no sul da Alemanha, querem tornar as roupas ainda mais “inteligentes”. “O interessante neste trabalho é a integração de funções e de eletrônica na roupa do dia-a-dia”, comenta o diretor do instituto, Heinrich Planck, ao apresentar o resultado do trabalho de profissionais das mais diversas áreas, como físicos biólogos e especialistas em cibernética.

Sensores presos à roupa

O que à primeira vista parece uma camisa normal, na realidade é uma peça de alta tecnologia, forrada no interior com sensores. Sua função é monitorar os batimentos cardíacos – como num eletrocardiograma – e a respiração de quem a usa.

Também os bombeiros do futuro poderão obter ajuda de suas roupas. Carsten Linti, do Instituto de Denkendorf, desenvolveu um casaco capaz de monitorar não só funções vitais como também informações periféricas, como a temperatura ambiente. Em caso de risco, os bombeiros são advertidos através de diodos emissores de luz (LED) instalados no próprio casaco.

Enquanto a luzinha estiver verde, está tudo bem; se ela ficar amarela, há problemas. E luz vermelha significa perigo. Ao mesmo tempo, é disparado um alarme acústico. Através de um minúsculo receptor, os bombeiros estão em comunicação com a central de comando. As informações são trocadas através do celular, com a tecnologia sem fio Bluetooth.

Luz verde: Tudo bem!

Os pesquisadores também se preocupam com questões que podem parecer banais, como a limpeza dos têxteis inteligentes. Afinal, não é possível lavar todas as peças à mão. O desafio é conseguir elementos eletrônicos extremamente flexíveis, explica o engenheiro Hansjürgen Horter: “O casaco será lavado, torcido e dobrado. Essas são todas situações que não se tem na eletrônica convencional, num compartimento fixo”.

A solução encontrada foi incorporar a tecnologia dentro do próprio têxtil. Assim, ao microscópio, listras coloridas revelam ser na realidade cabos condutores de corrente tecidos com o próprio pano. Isso, ao mesmo tempo, os estabiliza e protege.

Segurança para pequenos e idosos

Mesmo roupas de bebê podem conter alta tecnologia. Os pesquisadores incorporaram sensores em macacões para proteger os bebês contra a síndrome da morte súbita infantil. Os sensores medem frequência cardíaca, pulso e respiração. Na parte de trás, são costurados sensores de umidade. Eles avisam quando o bebê está suando muito, ou seja, se está sob estresse.

Monitoramento pode proteger vidas

Também os idosos debilitados ou que vivem sozinhos podem ser ajudados por roupas inteligentes. Os sensores presos a uma camiseta registram seus movimentos em seis direções diferentes e os transmitem a um computador. No caso de uma queda, a camiseta envia um sinal de alarme, para que venha socorro.

A roupa inteligente pode ser útil mesmo no trânsito, exemplifica Horter: “Imagine um idoso que de repente sofra um problema cardíaco ao volante. Sua camisa comunica a situação crítica ao carro, que automaticamente vai para o acostamento, evitando um acidente”.

Autoria: Cornelia Borrmann / Alex Reitinger (rw)
Revisão: Augusto Valente

Fonte: http://www.dw-world.de/dw/article/0,,15026370,00.html

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Arte ou engrenagem?

É preciso ter paciência e muita habilidade para fazer trabalhos em madeira, além é claro, dispor de bons equipamentos e ferramentas adequadas.

Me deparei com este vídeo e o assunto me chamou a atenção:

Como são feitas?

Afinal, alem de bonitas e interessantes, também tem funcionalidades. Então encontrei estes relógios, todos feitos em madeira.

http://www.flickr.com/photos/lisaboyer/sets/72157622224676987/

Todos obra do casal Clayton e Lisa Boyer (http://www.lisaboyer.com/ http://www.claytonboyer.blogspot.com/), mas achei outros sites, inclusive com dicas para quem quer ser marceneiro – http://woodgears.ca/

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