Subterrâneos de Tóquio

Como já é previsto todos os anos, neste período as chuvas castigam aqueles que moram nas partes mais baixas das cidades. Todos os anos a mesma coisa!
Veja algumas manchetes recentes:

Zona oeste é a campeã de pontos de alagamento Região teve 2.512 enchentes entre 1º de janeiro de 2004 e a noite de ontem (01/03/2011), o equivalente a quase uma ocorrência por diahttp://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110301/not_imp685907,0.php

“Não é que chova mais ali, mas é que a drenagem das águas é insuficiente”, diz o engenheiro civil Julio Cerqueira Cesar Neto, do Instituto de Engenharia (IE). “A galeria que deveria absorver o fluxo dos córregos e das chuvas não consegue dar conta do problema, e isso não é de hoje, ocorre há mais de 20 anos.”

SP DAS ENCHENTES – http://blogs.estadao.com.br/sp-das-enchentes/
Após a forte chuva de ontem, São Paulo registra 51 semáforos com problemas, 21 estão apagados e 30 em amarelo piscante. De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), 45 equipes trabalham, 24 horas por dia, para realizar a manutenção dos semáforos com problemas.”

ENCHENTE GUARULHOS (28/02/2011) – GUARULHOS EMBAIXO DA AGUA , ENCHENTE E CASAS ALAGADAS NA REGIÃO CENTRALhttp://climatempo.uol.com.br/olhonotempo/101196/enchente-guarulhos

Não tem solução?
Veja como Tóquio resolveu o problema de enchentes ou alagamentos na cidade.

 Arquitectura Arquitetura Engenharia Subterraneo Estrutura Esgotos Agua Toquio Japao  

O subsolo de Tóquio alberga uma fantástica infraestrutura cujo aspecto se assemelha ao cenário de um jogo de computador ou a um templo de uma civilização remota. Cinco poços de 32 m de diâmetro por 65 m de profundidade interligados por 64 Km de túneis formam um colossal sistema de drenagem de águas pluviais destinado a impedir a inundação da cidade durante a época das chuvas.

A dimensão deste complexo subterrâneo desafia toda a imaginação. É uma obra de engenharia sofisticadíssima realizada em betão, situada 50 m abaixo do solo, facto extraordinário num país constantemente sujeito a abalos sísmicos e onde quase todas as infraestruturas são aéreas. A sua função é não apenas acumular as águas pluviais como também evacuá-las em direcção a um rio, caso seja necessário. Para isso dispõe de 14.000 Hp de turbinas capazes de bombear cerca de 200 t de água por segundo para o exterior. Impressionante.

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Fonte: http://obviousmag.org/archives/2007/10/subterraneos_de.html

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